Novo Estatuto: audiências públicas tem intensa participação da comunidade

Reitoria encerrou primeiro ciclo de debates em encontro com funcionários administrativos nesta quarta-feira (26/9)

por Redação | 26/09/2018 - 00h

"É uma verdadeira alegria para o Conselho Universitário ter a oportunidade de ouvir a comunidade antes de se debruçar sobre uma nova proposta de Estatuto para a PUC-SP. As audiências são um momento importantíssimo das discussões a respeito dos rumos da nossa Universidade, porque discutir o Estatuto é mais do que responder a este ou a aquele grupo, é discutir o futuro da Instituição", afirmou a reitora Maria Amalia Andery, durante a abertura da audiência pública realizada na manhã de 25/9, no Tuca. "O que nos interessa é construir uma Universidade de sucesso, comprometida e reconhecida nacional e internacionalmente", completou, antes de passar a palavra ao vice-reitor Fernando Almeida, que também é presidente do Grupo Técnico de Trabalho sobre o novo Estatuto.

A terça-feira (25/9) foi marcada por duas audiências no Tuca, uma pela manhã e outra à noite, com intensa participação de professores, funcionários administrativos e estudantes. As reuniões foram transmitidas online para os outros campi, que também puderam interagir à distância com perguntas e sugestões."Este espaço democrático tem o sentido de construirmos juntos o futuro da Universidade, porque o nosso Estatuto é a nossa Constituição", ressaltou o vice-reitor.

As audiências foram organizadas pelo Grupo Técnico de Trabalho do Consun, como um dos mecanismos de escuta da comunidade sobre o novo Estatuto da Universidade.  O movimento de ouvir os diversos seguimentos também já contou com outras ações, como a participação da Reitoria em reuniões de Conselho das nove faculdades que compõem a PUC-SP (https://j.pucsp.br/noticia/novo-estatuto-terminam-reunioes-com-os-conselhos-de-faculdades).

Manifestaram-se a Apropuc, a Afapuc, os Centros Acadêmicos, alguns professores e estudantes durante a audiência. As falas mostraram preocupação, em primeiro lugar, com o prazo de discussão e deliberação pela universidade, com reivindicações de que o prazo seja estendido até junho de 2019. As  preocupações mais importantes das entidades de trabalhadores e estudantes, e de professores que se  manifestaram, são convergentes: autonomia universitária, inclusive administrativa e financeira; eleição do reitor e demais cargos de gestão; estrutura de departamentos; e aposentadoria dos professores por idade.

Nesta quarta-feira (26/9), encerrou-se o primeiro ciclo de diálogo com a comunidade universitária, para ouvir e debater propostas de alteração do Estatuto. A reitora se reuniu com funcionários administrativos no auditório 333, no campus Monte Alegre. O evento foi transmitido ao vivo para todos os campi e os participantes puderam fazer perguntas também por vídeo. A professora Maria Amalia Andery ressaltou a importância da participação de todos no processo. "Nós esperamos que o Consun receba muitas propostas dos funcionários. Várias unidades estão se organizando e já temos recebido algumas sugestões pela ferramenta da Internet, via site. Eu acho que os funcionários têm muito a contribuir". No encontro, a reitora reafirmou que não há nenhuma proposta de reestruturação administrativa da universidade para diminuir o número de funcionários.

As propostas estão sendo organizadas e sistematizadas pelo Grupo de Trabalho e serão encaminhadas ao Conselho Universitário a partir do dia 5 de outubro, ocasião em que serão discutidas e deliberadas.

 

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