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CENTRO VOCACIONAL ARQUIDIOCESANO - CVA

Rua Felipe de Oliveira, 36 - 6o.Andar - Centro
CEP.: 01001-010 - São Paulo - SP - Fone/Fax: (0xx11) 3107-8877 - e-mail: cvasp@uol.com.br

 

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EQUIPE VOCACIONAL PAROQUIAL

O que é?

“É um agrupamento de pessoas que trabalham na comunidade eclesial em profunda sin­tonia coma Igreja Particular, para auxiliar o surgimento, dar acompanhamento e facilitar o encaminhamento das vocações laicais, sacerdotais, religiosas e missionárias”.

(Coleção Cadernos Vocacionais, nº 24, p. 32)

 

COMO COMEÇAR

1. Conscientização e motivação

Antes de tudo, deve-se criar um clima voca­ci­o­nal favorável na comunidade, organizando cursos ou encontros formativos sobre o sentido da vocação na Igreja hoje.

2. Escolher os membros da EVP

O ideal é ter pessoas de diferentes níveis de idade (adolescentes, jovens,casais) que participam ativamente da paróquia e que dão testemunho de vida cristã. Cada grupo, movimento ou pastoral, geral ou pessoal,  pode participar das atividades da EVP, observando os sinais de disposição para o trabalho vocacional.

3. Organização interna

— Coordenador(a)

— Vice-Coordenador(a)

— Secretária(o)

— Tesoureiro(a)

Caso a EVP tenha muitos membros, poderá ser subdividida em “sub-equipes”, para facilitar a organização e a promoção de atividades diferenciadas.

Uma reunião inicial para as atividades a curto, médio e longo prazo é de suma importância.

— Reuniões mensais avaliam e fazem a previsão das atividades, reservando tempo específico para orações, estudo e capacitação vocacional dos próprios membros da equipe.

— Uma reunião no final do ano faz a revisão anual, revê a coordenação e planeja o ano seguinte.

Um dos objetivos das Equipes Vocacionais Paroquiais - EVPs é possibilitar o surgimento e o encaminhamento das vocações na Igreja, sejam elas laicais, sacerdotais, religiosas ou missionárias, dando particular atenção às vocações de especial consagração.

 

OBJETIVOS DA EVP

— Favorecer, de modo especial, o surgi­mento de vocações à vida sacerdotal, à vida religiosa e à vida missionária (em especial, não porque elas sejam mais importantes que a vocação do leigo, mas porque são em número bem menor, tem enormes dificuldades de serem descobertas e, às vezes, são rejeitadas pela comunidade).

— Incentivar para que haja na paróquia um clima de evangelização e catequese permanente, pois numa comunidade evangeliza­da e evangelizadora, as vocações surgem normalmente.

Esta evangelização e cate­que­se devem promover a “libertação total da pes­soa humana, em sua dimensão terrena e trans­cendente, contribuindo assim para a cons­trução do Reino último e definitivo.

— Procurar integrar todas as pastorais da paróquia no trabalho vocacional, embora estas mantenham sua especificidade, pois o trabalho de suscitar vocações de serviço para o Reino de Deus e oferecer condições para seu amadurecimento, deve ser “preocupação de toda pastoral, de todos os agentes, de todas as comunidades e não apenas de uma equipe (Arqui)Diocesana especializada”.

(CNBB, estudos, p. 52)

— Ser encarnada na realidade, diversificando-se, adequando-se à peculiaridade das situações e às necessidades concretas da Igreja local, das comunidades e do povo.

(CNBB, Doc. 20, nº 246).

— Conscientizar os fiéis em geral, os jovens e as famílias, em particular, no que diz respeito às vocações numa Igreja toda ministerial e à responsabilidade específica pelas vocações consagradas.

— Promover orações entre os fiéis, a fim de pedir vocações, conforme o mandato de Jesus (Mt 9,35-38).

— Acompanhar as vocações (em particular as de especial consagração) procurando pro­mover, entre os jovens, cursos e encontros de conscientização e de despertar e en­ca­minhá-los(as) à equipe de Pastoral Vo­ca­cional.

 

SUGESTÕES DE ATIVIDADES

1. Oração

Missa, Hora Santa, retiros, tríduos vocacionais; preces na Missa e na celebração dos demais sacramentos; especial atenção ao Dia Mundial de Oração pelas Vocações (4º Domingo da Páscoa - Dia do Bom Pastor); especial empenho no mês de agosto (Mês Vocacional); grupos de famílias para rezar pelas vocações; vigília da Quinta-Feira Santa; vigílias vocacio­nais especiais para jovens; ordenações e profissões religiosas; Importante se faz escolher um dia específico para a comunidade rezar pelas vocações (exemplo: na Arquidiocese de São Paulo, toda primeira quinta-feira de cada mês é dia de oração pelas vocações);

2. Formação e conscientização

Cursos de conscientização para agentes de PV; Congresso Vocacional; encontros voca­cio­nais; encontros de desperta; catequese vocacional para crianças, ado­lescentes e jovens; caminhadas e ginca­nas vocacionais; Festival de Música e Teatro Vocacionais; cartazes; bibliotecas vocacionais nas paróquias; programas na rádio local (Programa Vem e Segue, na Rádio 9 de Julho aos sábados, às 12h); visitas às escolas;

3. Chamado direto

Quem deve ser chamado? TODOS. Especialmente os membros da EVP. Chamar, não esperando que os vocacionados se apresentem; chamar sem temer a decepção; chamar os que mostram sinais de vocação (alguns sinais: vida de oração, disponibilidade, espírito de equipe, de partilha, compromisso com Deus e seu povo); chamar pessoalmente,pelo nome e sobrenome.

4. Colaboração financeira

Para sustentar as atividades da EVP e ajudar na formação dos futuros padres, leigos(as), re­ligio­sos(as) e missionários(as), a equipe de­ve realizar eventos que mobilizem toda a co­mu­nidade para a arrecadação de materiais e fundos que serão utilizados na promoção vocacional.

 

 

Veja também:

Seminário Frei Galvão

Diáconos Permanentes