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Somos uma equipe formada por três jornalistas, padre Cido Pereira, Rafael
Alberto e Adilson Oliveira, uma secretária, Izilda Aparecida Pereira, uma diagramadora, Kátia Regina Mattos, uma administradora, Maria das Graças
(Cássia), uma auxiliar de escritório Margareth Nascimento. Nossa
responsabilidade: Produzir e entregar o semanário arquidiocesano O SÃO
PAULO a todas as comunidades e paróquias da Arquidiocese. Toda
quarta-feira ele sai, quentinho, recheado com os fatos, com os temas, com as
reflexões, com as mensagens que fazem a vida e a caminhada da Igreja na
cidade, no Brasil e no mundo.
Nossa responsabilidade é muito grande, sabemos disso. Cabe-nos concretizar
os objetivos para os quais foi criado o jornal, o nosso jornal: estar a
serviço da comunhão e da participação de todos na Igreja que está na cidade;
contar os fatos ligados à missão evangelizadora da mesma Igreja que se
propõe anunciar Jesus Cristo à cidade de São Paulo;
ser porta-voz das pastorais, movimentos e associações;
ler os acontecimentos que afetam a vida do povo sob a ótica do evangelho de
Jesus;
formar mentes e corações para que Jesus Cristo seja experimentado, seguido e
amado por todos que vivem na cidade;
fazer chegar a todos os fiéis a voz dos pastores da Igreja, o Papa, o
arcebispo, os bispos auxiliares, os sacerdotes.
O jornal O SÃO PAULO tem uma linda história de 50 anos e vem fazendo
aquilo que seu fundador, o cardeal dom Carlos Carmelo de Vasconcelos Motta
prescreveu para ele na primeira edição, datada de 25 de janeiro de 1956: ser
boa imprensa a serviço do apostolado, da evangelização, anunciando Jesus
Cristo com o mesmo vigor e criatividade do Apóstolo de quem o jornal
emprestou o nome.
O SÃO PAULO, chegando agora a São Paulo, ao Brasil e ao mundo todo
via internet, no portal da Arquidiocese, entra numa fase nova de sua
história. Nós, da equipe, vivemos, simultaneamente, dois sentimentos:
alegria, porque chegaremos a mais e mais pessoas; e preocupação, porque
somos desafiados a crescer na qualidade de nossa comunicação. Chegaremos lá,
com certeza, evangelizando agora não apenas no papel, mas nos monitores de
milhões de computadores. Chegaremos lá muito mais rápido, porém, se pudermos
contar com o apoio de todas as forças vivas da Arquidiocese: pastores,
agentes de pastoral, pastorais, movimentos, associações. Mãos à obra,
portanto!
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