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Liturgia e Vida
por Ana Flora
Anderson e Frei Gilberto Gorgulho
23º DOMINGO DO TEMPO COMUM
• 7 DE
SETEMBRO DE 2008
O Pai e a pátria
No Dia da Pátria, a liturgia nos oferece uma
verdadeira catequese para viver pelo bem comum. A
oração do dia começa lembrando que nosso Deus é o
Pai de bondade que nos fez seus filhos e filhas. Em
seu filho, ele nos deu a graça a verdadeira
liberdade. O profeta Ezequiel (33, 7-9) recebe
de Deus a vocação de vigiar sobre seu povo. Os
profetas entre nós, como Ezequiel, devem nos fazer
lembrar das palavras de Deus e nos fazer arrepender
das nossas culpas como pessoas e como povo. O Salmo
responsorial (95) repete no seu refrão que devemos
abrir o coração para ouvir e compreender a palavra
de Deus hoje. São Paulo (Romanos 13, 8-10) exorta os
cristãos da grande metrópole que era a cidade de
Roma, centro do Império, a viver como filhos de Deus
no amor mútuo. Ele faz lembrar que aquele que ama
não fará mal ao próximo. Aqueles que querem realizar
a vontade de Deus devem lembrar-se que o amor é o
cumprimento da lei. O Evangelho (Mateus 18, 15- 20)
sublinha que é a comunidade que tem a vocação de
promover o amor entre os irmãos. Quando vê um membro
que prejudica os outros, ela deve corrigi-lo. Jesus
termina seu ensinamento com uma grande promessa: “Onde
dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu
estarei aí, no meio deles!”
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