|
Pastoral Arquidiocesana do Dízimo |
||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
Campanha do Dízimo Setembro 2006/Agosto 2007 Dízimo, instrumento de inclusão
Mensagem do Primeiro Domingo
Outros
necessitam ser conduzidos
Por isso, instigados a manter vivos os propósitos da CF, nosso lema da Campanha do Dízimo 2006 é um reavivar de compromisso cristão e um convite à ação: “Levante-os e traga-os para o meio”, restitua-lhes o amor próprio e reintegre-os na comunidade.
Devolver a dignidade aos mais fragilizados e promover sua inclusão social é cumprir o mandamento do amor. O dízimo é a forma justa e nobre de todos participarem, porque é vontade de Deus. Que ninguém se omita, que ninguém só olhe e passe adiante, que ninguém enterre seus talentos. Participe também. Procure um agente da Pastoral do Dízimo de sua paróquia.
Mensagem do Segundo Domingo
O dízimo provê a missão
Na sinagoga, dão-Lhe o livro de Isaías onde lê: O Espírito do Senhor está sobre mim, porque me consagrou pela unção para anunciar a Boa Notícia aos pobres; enviou-me para proclamar a libertação aos presos e aos cegos a recuperação da vista; para libertar os oprimidos... (Lc 4,14-21).
O surdo-mudo é conduzido até Jesus para ser curado (Mc 7,31-37). Por onde passa com seus discípulos, levam-Lhe enfermos para que os cure (Mc 6,55-56). São mudos, cegos, coxos, aleijados e muitos outros (Mt 15,29-31). É a comunidade cuidando dos mais carentes. É manifestação de amor e de responsabilidade. É comportamento de irmãos, filhos de Deus. Ide, pregai e curai
A missão da Igreja é também de todos os batizados. Como Jesus e seus discípulos, ela depende e conta com cada um de nós. O dízimo é o recurso mais puro com que se pode prover a Igreja para os seus trabalhos pastorais, quer na evangelização, na assistência aos carentes ou, em especial, na promoção humana, que, libertando e dando dignidade à pessoa, transforma-a em agente de sua própria história, integrando-a à comunidade.
Assuma a missão
“Levante-os e traga-os para o meio.” Ajude, conduza, carregue, interceda. Muitos milagres não teriam acontecido não fosse a ajuda do outro. Faça a sua parte. O seu dízimo também o faz missionário. Procure a Pastoral do Dízimo de sua paróquia.
Mensagem do Terceiro Domingo
De Deus recebemos os dons e talentos que nos permitem ser e ter. E o que ele pede em troca é que também o amemos, sobre todas as coisas, e a nosso próximo, como a nós mesmos. Como é possível afirmar que amamos a Deus, a quem não vemos, se não amamos o irmão, a quem vemos? Quem ama a Deus ama também o irmão (cf. IJo 4,20).
Amor caridade
O amor deve ser manifestado de forma visível, concreta. “Tive fome e me destes de comer, tive sede e me destes de beber... todas as vezes que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos foi a mim que o fizestes.” (cf. Mt 25,31-40). Não basta, portanto, apenas dizer: Senhor, Senhor! O Reino é para quem cumpre a vontade do Pai (cf. Mt 7,21).
Amor serviço
Esse amor nasce da fé e gera compromisso. Pedro proclama sua fé em Jesus (“Tu és o Cristo.”- Mc 8,29), declara seu amor (“Tu sabes que te amo.”- Jo 21,16) e assume a missão, trabalhando e morrendo pelo Evangelho. Tiago reforça esse compromisso ao afirmar que “a fé, se não tiver obras, é morta em si mesma”. Assistir a esses irmãos “pequeninos”, excluídos, prisioneiros da falta de oportunidades, do preconceito, da discriminação, é compromisso da Igreja e de todos nós.
Amor doação
“Levante-os e traga-os para o meio” é o nosso desafio para que todos participem da missão de reintegrá-los, que não deve limitar-se a uma perene assistência, que constrange e escraviza. É preciso, ao mesmo tempo, oferecer instrução, reciclar, preparar e criar oportunidades de vida própria, digna e sem dependência. O dízimo permitirá concretizar essa obra de amor. “Prova de amor maior não há que dar a vida pelo irmão”. O dízimo é um pouco de nossa vida que doamos a esses irmãos.
Mensagem do Quarto Domingo
Dízimo, para ninguém se omitir
“Alguma coisa precisa ser feita para diminuir esse abismo social que separa o rico do pobre; mas o quê?” “Sei que há ações da comunidade voltadas para o auxílio e promoção dos necessitados; mas me falta tempo.” “Eu admiro aquelas pessoas que trabalham nas pastorais da Igreja, mas não sei fazer nada daquilo, e tem coisa que eu nem teria coragem de fazer”.
... mas o comodismo é uma tentação
Na história do bom samaritano, quem socorre o homem ferido é um inimigo, movido de compaixão. Um sacerdote e um levita, de quem se deveria esperar misericórdia, apenas vêem e passam adiante, omitindo-se (Lc 10,28-38). Foi também pela omissão e falta de piedade que aquele paralítico passou trinta e oito anos tentando banhar-se no tanque dos milagres, até que o próprio Jesus o curou (Jo 5,1-9).
Venham trabalhar na minha vinha
É certo que muitas vezes falta-nos tempo, como é certo que nem sempre temos coragem ou estamos preparados. Mas é sempre possível participar ou, ao menos, contribuir para que outros façam o que precisa ser feito.
Há diversidade de dons...
Não sei fazer, mas participo intercedendo, como fez Maria nas bodas de Caná. Não consigo fazer, mas ajudo aproximando as pessoas de Jesus, como quem lhe levava os cegos, surdos, coxos. Não posso fazer, mas ofereço recursos a quem pode, como aquelas piedosas mulheres que, com suas posses, proviam Jesus e seus apóstolos.
... mas há um só Espírito: o do Amor
Se não faço, meu dízimo fará, dando recursos para que minha Igreja e suas pastorais façam por mim. E se Jesus deu-nos o seu tempo e, no final, sua própria vida, eu, por justiça, ofereço o meu trabalho e também o meu dízimo, por gratidão a Deus e amor aos irmãos.
|
:. Integrantes :. Notícias :. Campanhas :. Artigos
|
||||||||||||||||||||||||||||||||||